A pintura de José Augusto Castro é um discurso sobre a verdade e o erro. É um jogo de sucessivas camadas de tinta, sugestionado pela música e som (com especial gosto por Leonard Cohen). As suas obras, capazes de roubar sem pruridos a atenção de um qualquer espaço, emprestam à ...
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A pintura de José Augusto Castro é um discurso sobre a verdade e o erro. É um jogo de sucessivas camadas de tinta, sugestionado pela música e som (com especial gosto por Leonard Cohen). As suas obras, capazes de roubar sem pruridos a atenção de um qualquer espaço, emprestam à pintura abstrata tons fortes e encorpados mas nascem de um modo “divertido”: os gestos finais são rápidos, mas precedidos de horas de trabalho. Ávido colecionador de pedaços de papel, de publicidade e de colagens que faz, aproveita os restos das suas próprias pinturas para cadernos ou simplesmente para pintar por cima.
“Uma vez estava aqui no atelier e estava só a gastar tinta. Parei e disse a mim próprio 'tu não estás a ser como és. Tens é que pintar do que sabes.'”
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