No projeto “Avesso, nu”, revelo a minha insatisfação com os limites tradicionais da pintura. Surge um conjunto de objetos instáveis e em constante desequilíbrio. Sobrevive a revelação dos métodos mais tradicionais de construção. A pintura monocromática, quase neutral, justific...
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No projeto “Avesso, nu”, revelo a minha insatisfação com os limites tradicionais da pintura. Surge um conjunto de objetos instáveis e em constante desequilíbrio. Sobrevive a revelação dos métodos mais tradicionais de construção. A pintura monocromática, quase neutral, justifica-se para evidenciar o ritual do ato de construir/desconstruir. A tela é quebrada, cortada e dobrada numa encenação que procura encontrar uma outra narrativa, uma outra identidade; o seu lugar.
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